segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Só quem persevera colhe os frutos




A Palavra meditada, hoje, está em Lamentações 3,21-27:
Gravei tudo isso em minha mente, aí está minha esperança. Há bondade no Senhor, sem fim, misericórdia que não acaba! Hoje e sempre está se renovando, sua grande fidelidade. “Herança minha é o Senhor – eu digo – por isso, nele espero”. Imensa é a bondade do Senhor, com quem o espera e procura. Importante é aguardar em silêncio o socorro do Senhor! Iniciar a vida sob o jugo é coisa muito boa.a
Há coisas que precisam ser gravadas em nosso coração, mas existem outras que precisam ser expulsas de nós. O que cultiva pensamentos bons direciona o seu caminho para o bem. Ressentir é sentir novamente; e uma pessoa ressentida remói sentimentos dentro de si, aquecendo em seu coração o ódio, rancor e a raiva. Por isso viver no ressentimento nos afunda no sofrimento. 
As marcas que temos em nós precisam ser curadas por Deus. Nossa vida precisa seguir adiante com Deus; n’Ele coloquemos nosso coração e não deixemos os ressentimentos passados nos paralisar. 
No entanto, ser curado por Deus não significa que serão apagadas de nós todas as lembranças que vivemos, mas sim que o Espírito Santo vai retirar todo o veneno do que vivenciamos. Ter esperança é avançar em Deus, e é essa graça que nos faz seguir em frente. Quem espera em Deus acredita, e por acreditar continua sua caminhada, apesar de não enxergar o que virá, sabe que a recompensa chegará. Quem espera sempre alcança. 
Tudo o que fazemos é lançar sementes; plantar uma árvore que dará frutos no futuro. Quem planta sementes malignas colherá aquilo que é mau. A Palavra de Deus é um caminho de amor para nós, um mapa da felicidade, mas somos nós quem escolhemos se queremos usar este mapa ou não. Rasgar a Palavra de Deus não é um ato somente físico, por meio do qual pegamos a Bíblia e a rasgamos; também podemos rasgá-la em nosso coração quando decidimos não seguir os ensinamentos contidos nela. 
O que plantamos de bom colheremos de imediato. Quem acredita não desiste de fazer o que é certo. Para colher os frutos é preciso insistência e perseverança. Não desista de fazer o bem, muito menos de esperar em Deus! 
A bondade de Deus Pai não tem fim; e quem vive em Sua bondade não tem espaço para viver na maldade e no rancor. O Senhor nos conhece e, por nos conhecer, sabe aquilo que vamos fazer, mas acredita em nós, mesmo em meio aos nossos erros. Temos certeza de que Ele nos ama e por nos amar não desiste de nós e nos quer bem. Somos imagem e semelhança de Deus, por isso há bondade em nosso coração. 
Peçamos ao Espírito Santo que faça brotar em nosso coração toda a bondade existente em nosso interior. Ao acordarmos façamos o exercício de rezar pedindo a Deus que melhore nosso humor, nossa fisionomia, que coloque em nossos lábios palavras de consolo e alegria, que façamos nosso melhor a quem está ao nosso redor. 
Nossos pecados nos jogam na miséria, e a misericórdia de Deus vem em nosso socorro e em nosso resgate. O Senhor desce até nós para nos trazer de volta. A mesma misericórdia que o Pai tem conosco, devemos ter para com nossos irmãos. 
O Espírito Santo é Deus que sai de Si para se derramar sobre nós por amor. Para experimentarmos Sua misericórdia e bondade, precisamos dar dois passos: buscá-Lo e esperar n’Ele. Esperar em Deus é ter a certeza de que seremos atendidos e, nessa espera, nos colocarmos a viver a Sua vontade em nossa vida. Em tudo na nossa vida devemos perguntar: “Onde está Deus na minha vida?”
Aquele que ocupa sua vida com Deus não tem tempo para murmurações. Aquele que acredita no Senhor se compromete com Ele. Quando nós nos aproximarmos de Deus temos a certeza de que alcançaremos o que temos esperado, pois Ele recompensa quem O procura. Pode ser que Ele nos guie por caminhos desconhecidos, mas confiemos na vontade do Senhor porque quem nos leva é o próprio Deus.
Peçamos a graça ao Senhor de confiarmos em Suas mãos. Deus assume a responsabilidade de conduzir nossos passos. Ele é fiel e Sua fidelidade não tem fim. Rezemos: Guia-nos à Tua vontade, Senhor!

Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova

terça-feira, 29 de julho de 2014

Incendeia: O Senhor nesta quarta feira quer resgatar suas ovelhas que estão perdidas

Papa nos propõe 10 idéias como fórmula da felicidade

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Em entrevista a uma revista argentina, o papa nos propõe 10 ideias como fórmula da felicidade
Viver e deixar os outros viverem. Compartilhar o domingo em 
família e brincar com as crianças. Esquecer o negativo e doar-se aos outros. Estes são alguns dos conselhos que o papa Francisco nos dá em seu “decálogo” para sermos felizes, publicado pelo repórter Pablo Calvo em sua entrevista ao pontífice para a revista argentina “Viva”.

“Qual é a fórmula da felicidade?”, pergunta o jornalista, que depois conta aos leitores: “O papa não foge da pergunta e, nesta resposta pontual e durante o resto da conversa, ensaia uma receita para sermos felizes. Seguem 10 elementos dessa poção que parece inalcançável, mas que Francisco nos convida a tentar”, apresenta Pablo Calvo.

1. Viva e deixe viver: “Os romanos têm um ditado que poderíamos tomar como ponto de partida: ‘Vá em frente e deixe os outros irem em frente’. Viva e deixe viver, é o primeiro passo da paz e da felicidade”.

2. Doar-se aos outros: “Se você estancar, vai correr o risco de ser egoísta. E a água estancada fica logo estragada”.

3. Mover-se “remansadamente”: “Em ‘Dom Segundo Sombra’ há uma coisa muito bonita, de alguém que relê a sua vida. O protagonista. Diz que, quando era jovem, era um arroio pedregoso que arrastava tudo pela frente; quando adulto, era um rio que corria em frente; e na velhice ele se sentia em movimento, mas lentamente, ‘remansado’. Eu utilizaria esta imagem do poeta e novelista Ricardo Güiraldes, esse último adjetivo, ‘remansado’. A capacidade de mover-se com benevolência e humildade, o remanso da vida. Os idosos têm essa sabedoria, são a memória de um povo. E um povo que não cuida dos seus idosos não tem futuro”.

4. Brincar com as crianças: “O consumismo nos levou a essa ansiedade de perder a cultura sadia do ócio, de ler, de desfrutar da arte. Agora eu atendo pouco em confissão, mas, em Buenos Aires, eu ouvia muitas confissões e quando vinha uma jovem mãe eu perguntava: ‘Quantos filhos você tem? Você brinca com eles?’. E era uma pergunta que elas não esperavam, mas eu dizia que brincar com as crianças é fundamental, é uma cultura sadia. É difícil, os pais vão trabalhar cedo e voltam muitas vezes quando os filhos já estão dormindo. É difícil, mas eles têm que brincar”.

5. Compartilhar os domingos com a família: “Outro dia, em Campobasso, fui a uma reunião entre o mundo da universidade e o mundo operário. Todos pediam o domingo livre. O domingo é para a família”.

6. Ajudar os jovens a conseguir emprego: “Temos que ser criativos com essa faixa etária. Se faltam oportunidades, eles caem na droga. E está muito alto o índice de suicídios entre os jovens sem trabalho. Outro dia eu li, mas não confio porque não é um dado científico, que havia 75 milhões de jovens de até 25 anos desempregados. Não basta dar comida para eles: tem que inventar cursos de um ano de encanador, eletricista, costureiro. É a dignidade que dá o pão para casa”.

7. Cuidar da natureza: “Temos que cuidar da criação e não estamos fazendo isso. É um dos maiores desafios que nós temos”.

8. Esquecer rápido o que é negativo: “A necessidade de falar mal do outro indica uma baixa autoestima: eu me sinto tão abaixo que, em vez de subir, rebaixo o outro. Esquecer rápido o que é negativo é sadio”.

9. Respeitar quem pensa diferente: “Podemos instigar o outro com o testemunho, para que os dois progridam nessa comunicação, mas o pior que pode acontecer é o proselitismo religioso, que paralisa: ‘Eu dialogo contigo para te convencer’. Não. Cada um dialoga a partir da sua identidade. A Igreja cresce por atração, não por proselitismo”.

10. Procurar ativamente a paz: “Estamos vivendo uma época de muita guerra. Na África parecem guerras tribais, mas são mais do que isso. A guerra destrói. E o clamor pela paz tem que ser gritado. A paz, às vezes, dá a ideia de quietude, mas nunca é quietude, é sempre uma paz ativa”.

Fonte: ZENIT

domingo, 27 de julho de 2014

Família: um elógio aos avós

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Vamos falar a verdade: existe coisa mais abençoada do que colo de vovô e do que a casa da vovó? Onde tem avó e avô tem festa! Na casa dos avós celebramos a Eucaristia familiar. Educando bem os nossos filhos, educaremos bem os nossos netos!
No mundo de hoje não há mais amor e respeito nas famílias. Numa família ausente falta aquele lugar que é o abrigo, que é o colo da vovó e do vovô. São as memórias da casa de nossos avós que ficam em nosso coração. Os avós são o caminho mais curto para se chegar até Deus!
Para educar uma criança é preciso ter maneira e ter jeito. Com jeito os avós vão entrando na vida dos netos e conseguem coisas que os pais não conseguem, pois muitos destes acham que tudo é na base do grito. A família de Jesus e as nossas famílias são bênçãos de Deus!
Quando ligamos a televisão só vemos coisas ruins; os meios de comunicação só nos trazem morte, aborto, guerras. As novelas estão destruindo as nossas famílias e colocando coisas pecaminosas em nosso meio. Antes de sermos fiéis aos meios de comunicação, precisamos ser fiéis a Deus e à nossa família. Podemos transformar as coisas más que querem destruir as nossas famílias. 
Hoje, Sant'Ana e São Joaquim intercedem por nossos avós e por nossa família. O mais importante é a família. Se o mundo continuar como está, teremos por aí placas assim: “Vovô e vovó, espécies em extinção”. Não importa quantos fios de cabelos brancos e quantas rugas você tem. O avós são simples, se importam com as coisas internas; o mundo tem se preocupado muito com o lado exterior.

Padre Crystian Shankar 
Sacerdote do Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Divinópolis (MG)

HOJE , NA NOSSA PARÓQUIA:


16h – SANTA MISSA na Capela de Santa Rita de Cássia (bairro Petrópolis);
16h – SANTA MISSA na Capela de São Francisco (bairro Ari de Pinho);
19h – SANTA MISSA na Igreja Matriz

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Renovação Carismática Católica de Acari Parabeniza MONS. RAIMUNDO pelos seus 76 anos

Nossas homenagens ao nosso querido pároco Emérito MONS RAIMUNDO. Essa data, 25 de Julho sempre será lembrada pela sua família, também por todos os paroquianos de Acari, da paróquia de Nossa Senhora da Guia. Os sacerdotes são o suporte da Igreja, são dons de Deus, essenciais para a vida da igreja, missionária no mundo. Nosso querido MONS RAIMUNDO, hoje o senhor completa 76 anos de vida, e como tudo acontece por Deus na nossa vida, assim também não foi diferente entre o Senhor e o povo dessa comunidade que te ama, te quer bem, e está sempre ao seu lado. Por tanto esta data é um dia festivo para todos nós e principalmente para Deus, ao ver que um filho amado ao qual escolhestes para trilhar em seus caminhos, tornou-se um pastor de muitas ovelhas, pois um dia ouviu esse chamado e disse seu sim. Parabéns MONS RAIMUNDO Muitas bênçãos e saúde!

Por que se confessar?

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A Penitência é um sacramento que nos auxilia na caminhada nesta estrada difícil rumo ao céu.
Jesus veio ao nosso mundo para tirar o pecado; como disse São João Batista, “Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29).
O Filho de Deus não veio a este mundo para outra finalidade, senão esta. E para isso pregou o Evangelho da Salvação, instalou o Reino de Deus entre nós, instituiu a Igreja para levar a cabo esta missão de arrancar o pecado da humanidade, e morreu na Cruz, para com sua morte e ressurreição nos justificar diante da Justiça divina.
Com o preço infinito de Sua Vida, Ele pagou o nosso resgate, reparou a ofensa infinita que nossos pecados fazem contra a infinita Majestade de Deus. E deixou com a Sua Igreja a incumbência de levar o perdão a todos os que crerem no Seu Nome. É por meio da Confissão (= Penitência, Reconciliação) que a Igreja cumpre a vontade de Jesus de levar o perdão e a paz aos filhos de Deus.
Infelizmente muitos católicos ainda não se deram conta da importância capital da Confissão, que só na Igreja Católica existe. Quando se derem conta da sua importância, os sacerdotes não terão sossego…
Há mais de 50 anos me confesso, e o faço pelo menos uma vez por mês, porque acredito nas palavras de Jesus e da Igreja: “a quem perdoardes os pecados, os pecados serão perdoados”.
Nunca tive dificuldades para me confessar. É claro que contar as suas quedas a um homem como você, é constrangedor e até um pouco humilhante. Mas é uma “sagrada humilhação”; que nos faz bem. São Francisco de Sales dizia que “a humilhação nos torna humildes”.
Na pessoa do sacerdote da Igreja, legitimamente ordenado, está o próprio Jesus, que age nele “in persona Christi”, para lavar a sua alma com o Seu Sangue; e o sacerdote está terminantemente proibido de contar, a quem quer que seja, o que ouviu na Confissão. É o sigilo da Confissão. Ele pode ser excomungado da Igreja se revelar o pecado de um fiel.
Além disso, é bom confessar-me com um homem, pecador como eu, mais ou menos, porque assim ele me entende. O difícil seria me confessar com um Anjo, que não tem pecados. Gostaria de dizer aqui que nestes anos todos de minha vida, de Confissão frequente, nunca me senti maltratado, humilhado ou menosprezado em uma Confissão; ao contrário, sempre senti-me acolhido nos braços do Confessor, como se fosse os próprios braços de Cristo a me levar de volta para a casa do Pai.
O Confessor é o como aquele bom pastor que resgata a ovelha do abismo do mundo, a coloca nos ombros e a leva para o aprisco seguro. É uma grande graça que o Bom Pastor deixou para as suas ovelhas.
Somente a Igreja Católica recebeu e guardou esta riqueza para você, e espera que você não a despreze, pois afinal custou a vida de Nosso Senhor.
O Sacramento da Penitência, chamado também de Confissão, é portanto, o meio ordinário que Jesus deixou para a nossa santificação.
Impressiona-me, profundamente, observar que o primeiro ato do Senhor, após a Ressurreição, no mesmo dia desta, foi instituir o Sacramento da Penitência.
É muito importante notar que esse foi o “primeiro ato” de Jesus após a Ressurreição: delegou aos Apóstolos o poder divino de perdoar os pecados: “a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados…” Não resta a menor dúvida!
Juntamente com a Eucaristia, a Penitência é um sacramento da caminhada nesta estrada difícil rumo ao céu. O Senhor sabe da nossa miséria e fraqueza, então providenciou o remédio salutar. Se meditássemos profundamente neste grande mistério, e conhecêssemos toda a miséria da nossa alma, faríamos como alguns santos que queriam se confessar diariamente
Fonte:Shalon

Amizade com Deus


amizade com deus

procurar-me-eis do fundo do coração, e eu me deixarei encontrar por vós.”( Jer 29,13s )

Santa Teresa nos diz que “a oração é um trato de amizade com Deus”. Nossa motivação para a oração deve ser sempre o amor a Deus. É o amor a Deus que nos impulsiona aos desafios de tão grande bem. Orar é portanto um diálogo de amor. A oração é um Dom de Deus e não um esforço nosso e, podemos afirmar até mesmo que o primeiro passo é sempre Dele. É o Senhor que toma a iniciativa de se relacionar conosco. Por isso, a oração não só é um sadio desejo do nosso coração mas, mais do que isto, é um DESEJO DE DEUS.
Cada um de nós temos um coração de oração que precisa ser trabalhado, desenvolvido para crescer no Dom da oração. Este trabalho consiste num acolhimento da graça de Deus. O coração de oração não é algo que vamos comprar com os nossos esforços, mas que vamos acolher com a nossa liberdade. Este coração orante vai se realizando na nossa história. É um exercício, contínuo e assíduo. É um trato de fidelidade e sinceridade com Deus.
Na oração Deus é que inicia o diálogo. Nosso primeiro passo é pedir o Espírito Santo e abrir o coração para que agindo em nós Ele nos ensine a falar com Deus. Quando clamamos de coração sincero, o Espírito Santo começa a arrumar as coisas, pois nossa alma na maioria das vezes, se encontra bagunçada, e sem a ajuda do Espírito que vem para ordenar e silenciar o nosso ser é impossível agradar a Deus. Quando o Espírito Santo começa a agir eu esqueço de mim e das coisas a minha volta e me volto para Deus. Quando eu me disponho a ter uma vida de oração, Deus não vai permitir que eu continue a mesma pessoa, pois a cada encontro com o Senhor o Espírito vai com a sua luz me revelando QUEM É DEUS E QUEM SOU EU.
Este conhecimento de nós mesmos é essencial para percebermos que não somos perfeitos e que não precisamos ser perfeitos para nos relacionarmos com Deus. Na oração não temos que nos preocupar em não se distrair, em não ter pensamentos vãos, em multiplicar as palavras, em ser isso ou aquilo para Deus mas em AMARMOS MUITO, isto é o essencial.
Se vamos para junto de Deus usando uma máscara de bonzinhos e não vou com os meus pecados e a maldade que há no meu coração, eu já levo a casa arrumada, então eu já não preciso do Espírito para arrumar tudo e nem mesmo posso agradar a Deus na mentira, pois um relacionamento de amizade requer acima de tudo sinceridade e confiança para conhecer o outro e deixar-se conhecer.
Devemos ser como o publicano que batia no peito diante de Deus e rezava: “Tem piedade de mim que sou pecador” e não como fariseu que se justificava com as suas obras e negava a sua verdade. A humildade é uma virtude essencial. Ela nos leva a permitir que o Senhor dê o primeiro passo e inicie este diálogo de amor conforme Ele deseja.
No início de uma amizade são necessários alguns passos:
O primeiro deles é a escolha mútua: Ser escolhido sem que eu tenha escolhido esta pessoa, ou escolher e não ser aceito na escolha pelo outro não levam adiante uma amizade. Quando escolho e sou escolhido, a amizade acontece na alegria e na tristeza. Deus é o amigo que estará sempre escolhendo e acolhendo. Dele vem a possibilidade de acolhê-Lo.
O segundo passo é a abertura: a amizade é uma doação de igual para igual. Não posso pensar que não tenho nada para dar a Deus e me colocar somente como aquele que acolhe. Deus não é o amigo máximo, nem o amigo protetor mas, o amigo que eu amo, o qual, sou chamado a acolher.
 terceiro passo é a honestidade: para Santa Teresa a verdade é fundamental na oração.
O quarto é a fidelidade: sabemos que da parte de Deus isto nunca faltará e, será até mesmo Sua fidelidade para conosco que nos ensinará a sermos fiéis a Ele. Com certeza se marcamos com o Senhor às quatro horas para rezar, às três horas, Ele já estará ansioso esperando por nós. Então sentiremos impulsionado o nosso coração para não permitir que o nosso amigo fique a nos esperar.
Quando nos elegeu o Senhor nos fez um convite para sermos seus amigos. A nós cabe responder com compromisso e interesse a divina proposta. Esta sem dúvida é uma resposta de amor e alguém que ama e se sabe amado por Aquele que com tanto zelo nos escolheu e nos amou primeiro.
Fonte:Shalon

terça-feira, 22 de julho de 2014

Angelus: Deus é paciente, sabe esperar

O Santo Padre Francisco na manhã deste domingo (20), da janela do escritório do Palácio Apostólico, rezou o Angelus com os fiéis reunidos na Praça de São Pedro. Estas são as palavras pronunciadas pelo Papa antes da oração mariana:
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Queridos irmãos e irmãs, bom dia.
Neste domingos a liturgia apresenta algumas parábolas evangélicas, ou seja, histórias curtas que Jesus usou para anunciar à multidão o reino dos céus. Dentre as presentes no Evangelho de hoje, há uma bastante complexa: Jesus dá aos seus discípulos a explicação da boa semente e do joio, que aborda o problema do mal no mundo e destaca a paciência de Deus (cf. Mt 13,24-30, 36-43). A cena se passa em um campo onde o proprietário semeia o trigo; mas uma noite o inimigo vem e semeia joio, um termo que vem da mesma raiz hebraica do nome "Satanás", e refere-se ao conceito de divisão. Todos nós sabemos que o diabo é um "divisor", aquele que sempre tenta dividir as pessoas, as famílias, as nações e os povos. Os servos queriam logo arrancar a erva daninha, mas o proprietário impede, justificando: "Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo" (Mt 13, 29), para que saibamos que a erva daninha, quando cresce, se parece com a semente boa e existe o perigo de confundi-las.
O ensinamento da parábola é duplo. Primeiro, diz que o mal do mundo não vem de Deus, mas do inimigo, o Maligno. Curiosamente, o maligno vai à noite para semear a discórdia, no escuro, na confusão; ele vai onde não há luz para semear a discórdia. Este inimigo é astuto: semeou o mal no meio do bem, de modo que é impossível para nós separá-los claramente; mas Deus, no fim dos tempos, poderá fazê-lo.
E chegamos ao segundo tema: a contraposição entre a impaciência dos servos e a espera paciente do proprietário do campo, que representa Deus. Nós, às vezes, temos pressa de julgar, classificar, colocar aqui o bom e, para lá, o mau... Mas lembrem-se da oração do homem orgulhoso: "Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros (...)" (cf. Lc 18,11-12). Mas Deus sabe esperar. Ele olha para o "campo" da vida de cada pessoa com paciência e misericórdia: Ele vê muito melhor do que nós a sujeira e o mal, mas também vê as sementes do bem e espera com confiança que amadureçam. Deus é paciente, sabe esperar. Que lindo isso: o nosso Deus é um pai paciente, que sempre espera por nós e nos espera com o coração na mão para nos acolher, para nos perdoar. Ele sempre nos perdoa se vamos a Ele.
A atitude do proprietário é a da esperança fundada na certeza de que o mal não tem nem a primeira nem a última palavra. E é graças a esta esperança paciente de Deus que a própria cizânia, ou seja, o coração ruim, com tantos pecados, pode se tornar ao fim trigo bom. Mas cuidado: a paciência evangélica não é indiferença ao mal; não se pode fazer confusão entre o bem e o mal! Diante das cizânias presentes no mundo, o discípulo do Senhor é chamado a imitar a paciência de Deus, a alimentar a esperança com o apoio de uma fé inabalável na vitória final do bem, que é Deus.
No final, de fato, o mal será retirado e eliminado: no momento da colheita, que é o julgamento, os ceifeiros executarão a ordem do mestre separando o joio para queimar (cf. Mt 13,30). Naquele dia, da colheita final, o juiz será Jesus, Aquele que semeou boa semente no mundo e que tornou-se o "grão de trigo" que morreu e ressuscitou. No final todos nós seremos julgados com a mesma medida com a qual julgamos: a misericórdia que tivemos para com os outros também será usada conosco. Peçamos à Virgem Maria, nossa Mãe, que nos ajude a crescer na paciência, na esperança e na misericórdia para com todos os irmãos.
Fonte: Canção Nova

Santo do Dia: Santa Maria Madalena

Quem foi Santa Maria Madalena? Tudo indica que nasceu em em Magdala ou em Betânia .
Maria Madalena, Maria de Betania ou Maria pecadora, citadas no evangelho são a mesma pessoa segundo o Papa São Gregório, o magno; grande estudioso dos santos e criador do Calendário Gregoriano.
Virtude: Durante um banquete ao qual Jesus participava, ela lavou seus pés com óleo perfumados e em seguida os enxugou com seus próprios cabelos.
Foi exorcizada por Ele e seguiu Jesus em todo o seu caminho até o pé da cruz e depois acompanhou o seu sepultamento e Jesus a recompensa com sua presença após a Ressurreição: Maria estava junto do sepulcro, de fora, chorando .Enquanto chorava se inclinou para o interior do sepulcro e viu dois anjos, vestidos de branco, sentados no lugar onde o corpo de Jesus havia sido colocado um a sua cabeceira e outro aos pés. Disseram então "Mulher por que choras?" Ela respondeu : " levaram meu Senhor e não sei onde o colocaram" . Dizendo isto se voltou e viu Jesus de pé. Mas não podia imaginar que era Jesus. E Jesus lhe disse:" "Mulher por que choras ?A quem procuras?" Pensando ser Ele o jardineiro ela respondeu: "Senhor se foste tu que O levaste me diga onde O puseste que eu irei busca-LO" Jesus responde : "Maria". Ela então O reconhece e grita em hebraico "Rabbuni! "(que quer dizer Mestre!).
Patrona: É a padroeira das cabeleireiras, estilistas de cabelos, podólogos, pecadores, penitentes, prostitutas arrependidas, perfumarias, perfumistas, manicures, fabricantes de perfumes, fabricantes de esmaltes, óleos para o corpo.