quinta-feira, 1 de maio de 2014

Renovação Carismática de Acari Realiza Hoje a Segunda Corrida Promovendo a Paz


Nesta quinta feira (1 ) de maio feriado do dia do trabalho, a RCC/ ACARI realiza pelo segundo ano consecutivo em nossa comunidade a Corrida promovendo a Paz. O Evento reunirá jovens de nossa paróquia e comunidade em geral À corrida também tem intenção de chamar a atenção para a paz mundial e de promover a prática desportiva entre os jovens. A corrida rústica é uma das iniciativas da RCC Acari para resgatar a juventude de nossa cidade.

O trabalho é a forma mais nobre de glorificarmos o Criador!




Nós, hoje, celebramos a memória festiva de São José Operário. Nós queremos olhar para o pai adotivo de Jesus, porque o Evangelho mesmo nos diz que Ele é Filho de José, o carpinteiro, o homem trabalhador. Foi dele de quem Jesus também aprendeu a arte e o ofício de trabalhar com as próprias mãos; aprendeu uma nobre profissão, trabalhou na carpintaria de São José.
Nós, hoje, olhamos para São José como modelo de todo trabalhador; de todo homem e toda mulher que, com muita dignidade, luta e honradez, dão a vida para ter o pão de cada dia na sua casa, para sustentar seus filhos e para cuidar da criação, obra maravilhosa de Deus.
A primeira leitura da Missa de hoje, do Livro do Gênesis, nos aponta justamente isto: o relato mais amplo nos mostra, a cada dia, Deus criando todas as coisas. E que maravilha no sexto dia criar o homem e entregar ao comando dele o cuidado de todas as coisas. Quando o Senhor diz: ”para que o homem domine”, Ele está dizendo que o homem cuide da criação, não é para o homem estragar e fazer o que quiser com a criação da obra maravilhosa de Deus.
O nosso trabalho, com as nossas próprias mãos, é um meio de nós glorificarmos o Criador por todas as obras de Sua criação. Porque a Palavra nos relata que, por seis dias, Deus trabalhou para criar todas as coisas, é por isso que nós trabalhamos praticamente cinco ou seis dias na semana; e em um dia nós descansamos. E com o descanso nós também glorificamos a Deus, louvamos e exaltamos o amor d’Ele. E com o trabalho nós dignificamos a ação de Deus no meio de nós.
Não há nada mais digno do que a pessoa, do que homem e do que a mulher que põem a mão no arado, na terra, na caneta, no microfone, no volante, no giz, na régua, e põem a mão no outro ser humano.
Nada é mais lindo do que trabalhar! Trabalhar não significa  que devamos morrer de trabalhar o tempo inteiro, e ser sugados pelo trabalho. Pelo contrário, é para contribuir com o nosso trabalho, para construirmos um mundo melhor, mais justo, mais digno e mais fraterno para todos! Cada um pode dar a sua colaboração, e deve dá-la com seu trabalho.
Hoje, nós, de modo muito especial, pedimos a Deus por todos os trabalhadores, homens e mulheres, que, dia a dia, lutam por uma vida mais justa e digna por intermédio do seu trabalho!
Que Deus hoje seja exaltado por cada trabalho humano, por cada profissão; porque nenhuma profissão é mais importante do que a outra. Todas as profissões são dignas: do homem do campo ao homem da cidade; daquele que trabalha no mar ao que trabalha no céu; do que trabalha nas fábricas ao que trabalha em qualquer lugar da vida humana. O trabalho é a forma nobre de glorificarmos o Criador de todas as coisas!
Deus abençoe suas mãos e seu coração! Descansando no dia de hoje ou trabalhando, o que nós devemos é glorificar a Deus por termos condição de trabalhar e contribuirmos para um mundo bem melhor!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Conversa com nosso Coordenador Girlene Edson

Nosso coordenador Girlene Edson teve uma conversa com o amigo blogiueiro Clébio Medeiros, na conversa Girlene falou um pouco sobre o I CONGRESSO ESTADUAL DE INTERCESSÃO, CURA E LIBERTAÇÃO - 2014 realizado no último final de semana e sobre a segunda corrida promovendo a paz.

domingo, 27 de abril de 2014

Papa Francisco canoniza João Paulo II e João XXIII

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Papa Francisco lê a fórmula de canonização de João Paulo II e João XXIII / Foto: Reprodução CTV
São João Paulo II e São João XXIII. Na manhã deste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia, Papa Francisco canonizou os Papas beatos João Paulo II e João XXIII. A cerimônia acontece na Praça São Pedro e conta com a presença do Papa Emérito Bento XVI.
A cerimônia teve início às 10h (em Roma, 5h no horário de Brasílial). O rito de canonização aconteceu logo no início da Missa. O Santo Padre fez as petições, seguido do Cardeal Angelo Amato, que é o presidente da Congregação para a Causa dos Santos.
“Lemos nossa oração a Deus Pai, por meio de Jesus Cristo, para que por intercessão da Virgem Maria fortaleça com sua graça o que estamos para realizar”, disse Francisco.
reliquias_papasApós a leitura da fórmula de canonização, com a qual os dois beatos se tornaram santos, foi realizada a procissão das relíquias dos dois santos. O momento foi sucedido pelo agradecimento dirigido ao Santo Padre pelo Cardeal Amato, que pediu a redação da carta apostólica referente à canonização, pedido ao qual Francisco já respondeu: “Ordenamos”.
Após a canonização, Francisco dá sequência à cerimônia com acelebração da Santa Missa.
 Fonte: Cancão  Nova

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Evitem ser “cristãos morcegos”, pede Papa em homilia

homilia papaHá cristãos que têm medo da alegria da Ressurreição que Jesus quer doar, e a vida deles parece um funeral. Mas Cristo ressuscitou e está sempre presente! Esta foi a reflexão central do Papa Francisco, na Missa celebrada, nesta quinta-feira, 24, na Casa Santa Marta.
Evangelho de hoje conta a aparição de Cristo ressuscitado aos discípulos. Francisco explicou que Jesus queria conduzi-los à alegria da Ressurreição, mas os discípulos não acreditavam, porque estavam chocados e cheios de medo, pensando terem visto um fantasma.
“Esta é uma doença dos cristãos. Temos medo da alegria. É melhor pensar: ‘sim, sim, Deus existe, mas está lá; Jesus ressuscitado está lá’. Um pouco de distância. Temos medo da proximidade de Jesus, porque isso nos dá alegria. E assim se explicam tantos cristãos de funerais, não? A vida deles parece um funeral contínuo”.
Segundo o Papa, essas pessoas preferem a tristeza, não a alegria. Deixam-se conduzir melhor nas sombras e não na luz. Nesse sentido, ele comparou esse tipo de cristãos aos morcegos. “Como aqueles animais que somente conseguem sair à noite, mas à luz do dia não, não veem nada. Com um pouco de senso de humor, podemos dizer que há cristãos morcegos, que preferem as sombras à luz da presença do Senhor”.
O Papa destacou que Cristo, com Sua Ressurreição, traz a alegria de ser cristão, de segui-Lo, de andar pelos caminhos das bem-aventuranças. Muitas vezes, ressaltou Francisco, tem-se medo dessa alegria, há cristãos que foram derrotados na cruz, mas a vida cristã deve ser um diálogo com Jesus.
“Peçamos ao Senhor que faça com todos nós aquilo que fez com os discípulos, que tinham medo da alegria: abra a nossa mente e nos faça entender que Ele é uma realidade viva, Ele tem corpo e Ele está conosco. Deus nos acompanha. Ele venceu. Peçamos ao Senhor a graça de não ter medo da alegria”.
Fonte: Rádio Vaticano

João Paulo II soube perder para ganhar

papa
No filme Senhor dos Anéis – O retorno do rei. Aragorn diz uma frase que nos deixa impactados: “Não existe triunfo sem perda, não há vitória sem sofrimento, não há liberdade sem sacrifício.”
Olhar de dentro a vida do beato João Paulo II é entrar em uma escola de perdas. Desde pequeno ele sempre aprendeu que o triunfo depende de perdas e, no caso dele, muitas perdas. Com apenas nove anos sua maior perda – a mãe! Foi com ela que, naqueles poucos, mas intensos anos, aprendeu a sensibilidade do coração e a buscar ser íntimo de Deus. Emília – sua mãe – ensinou a Karol os detalhes da vida e do coração de Deus.
Outra grande perda para Karol, depois de três anos, quando ele estava com doze anos, foi a perda do irmão Edmund. Eles eram tão amigos que foi com o irmão mais velho que Karol viveu as mais profundas aventuras no monte Tatras, aonde os dois juntos iam várias vezes escalar. Era uma paixão e uma forma dos laços serem fortalecidos. Mas Edmund não apresentou para Karol somente as montanhas a serem escaladas, mas os corações dos mais necessitados que precisassem ser visitados. Edmund era médico e fazia da profissão uma oportunidade de viver concretamente o evangelho, tanto que morreu por causa dessa grande causa – o outro. Edmund morreu de escarlatina, adquirida justamente pelo trabalho realizado com os pobres.
Olhando para a vida de Karol, podemos até lembrar o filme A Vida é Bela, que tem como cenário os anos de 1940. Guido (Roberto Benigni) é levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer seu pequeno filho acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam e que no final vai dar tudo certo. Porém Karol foi o filho que não foi protegido das violências das perdas e mortes, mas o filho que teve um pai que soube ensiná-lo que a morte não tem a última palavra, instaurando no coração daquela criança a esperança que vence todo medo.
É-nos permitido, como lhe disse, escutar João Paulo II, e ele mesmo diz como soube fazer de um caminho de perdas um caminho de encontros:
Assim, tornei-me relativamente cedo órfão de mãe e de meu irmão único. Meu pai foi admirável, e quase todas as recordações de infância e adolescência tem em minha mente a presença dele. A violência dos golpes que o feriram abrira nele imensas profundezas espirituais, sua mágoa se tornava oração. O simples fato de vê-lo ajoelhar-se teve uma decisiva influência sobre meus anos de jovem. Ele era tão exigente em relação a si mesmo que não tinha nenhuma necessidade de mostrar-se exigente em face dos filhos: o exemplo bastava para ensinar a disciplina e o senso do dever. Era um ser excepcional. Morreu quase de repente durante a guerra, sob a ocupação nazista. Eu tinha vinte e um anos.
Uma vida de perdas, mas quanto ganho em seu ser gente. O ambiente de guerra tirou a vida de muitos amigos de Karol, muitos judeus que ele defendia com coragem.
Diante de uma vida assim, nosso coração fica até apertado e nos faz pensar que a única resposta é um fechar do coração, um ignorar a presença do amor tanto de Deus quanto do homem. Uma vida que terá como consequência uma revolta contra tudo e todos.
Mas não foi assim que o coração de João Paulo II viveu a vida. Se tudo concorria para uma tragédia de vida, a palavra de Deus – “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” – se tornou fato em sua vida. Ao invés do fechamento do coração, houve na verdade um dilatar do mesmo. Soube ver em cada homem que aparecia em seu caminho um irmão, uma irmã, um pai e uma mãe. Sua nova família passou a ser formada pelos amigos de juventude, a galera dos acampamentos, depois, muito rapidamente, pelos colegas de seminário, os paroquianos, os outros padres, os seus irmãos bispos, os fiéis da diocese e do mundo inteiro. Em todos os lugares aos quais sentia ter sido enviado pelo Senhor em missão encontrou uma substituição da sua família de origem, conseguindo estabelecer uma relação íntima com todos. Fazia de cada nação sua nação, seu país. Ao beijar o chão de cada país que visitava demonstrava que o afeto o fazia cidadão dali.
Uma vez, quando ainda era um padre de Cracóvia, João Paulo II tinha marcado de fazer uma excursão com um grupo de jovens ao monte Tatra. Eram três rapazes e três moças. Estava tudo certo para saírem cedinho e viajar naquela grande aventura, porém apareceu um imprevisto e os três rapazes não poderiam mais participar da excursão. O que fazer? Não pegaria nada bem um padre viajar sozinho com três jovens. Na hora, o mais prudente seria cancelar, não é?
Porém João Paulo sabia que o coração porta a verdade da alma e que a transparência e o respeito que demonstrava com todos o permitia ir tranquilamente naquela excursão. E assim disse às meninas: “Vamos na mesma”.
Interessante é que as meninas perguntaram para ele se poderiam chamá-lo de padre ali naquele vagão de trem, pois tinham receio de haver más interpretações e tal. João Paulo II disse: “Chamem-me de tio”. Até porque ele estava com roupas de um legítimo desbravador de montanhas. A partir daquele momento pegou… E Karol se tornou o “tio” de uma geração de jovens.
Um tio que nos acompanha ainda hoje e que tinha tudo para ter a pior imagem do que é ser homem, já que o mundo, a história e os fatos poderiam desfigurar seu coração. Mas no “tio” a graça de Deus fez revolução e ele pôde dar outra resposta. Soube dizer para a vida que “Cristo revela o homem ao homem” e que a verdadeira doação é fazer de si um presente.
As dificuldades da vida não tiveram a força de lhe tirar a esperança, pelo contrário, fez vir à tona a força de um legítimo filho de Deus, que não o deixou parado com os braços cruzados no canto da parede chorando o leite derramado, mas sim o colocou de pé para levantar muitos que estavam caídos e fadados ao fracasso absoluto, e o fez abrir o limiar da esperança, dizendo a todos: “Não tenhais medo! Abri antes, ou melhor, escancarai as portas a Cristo! Não tenhais medo! Cristo sabe bem ‘o que está dentro do homem’”. Somente Ele o sabe!
Olhar para a infância e juventude de João Paulo II é ter a disposição de perder, ter noção das perdas, mas não parar nelas. Não permitir que elas por mais que sejam grandes e fortes ditem nosso presente e futuro. Vamos abrir o coração, escancará-lo a Cristo e deixá-lo moldar a sua maneira.
Depois de um itinerário bacana no livro, cada página nos convidou ao Amor Maior, mas quantas perdas precisamos viver para experimentá-lo, não é verdade?
Chegar neste ponto do livro e encontrar a historia de João Paulo II nos dá o segredo para viver bem cada perda e transformá-la em um grande ganho de uma vida de valer a pena. Se sua história tem a ausência de um pai, mãe ou irmão e isto te causa dor e sofrimento, se acalme o Amor Maior te sustenta e abre a possibilidade de felicidade. Mas não tenho receio de dizer que você nasceu para ser feliz e pode e dará certo se deixar Cristo ser seu maior amor. Não cruze os braços no que deu errado, deixe as possibilidades de Deus se instaurar em sua vida! A vida de João Paulo II nos diz: “É possível”.
Fonte: Blog Revolução Jesus 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Seja perseverante nas coisas de Deus



A Palavra meditada, hoje, está em Colossenses 4,2-6:
"Sejam constantes na oração; que ela os mantenha vigilantes, dando graças a Deus. Ao mesmo tempo, peçam por nós, para que Deus nos abra uma porta para a pregação, a fim de anunciarmos o mistério de Cristo, por quem estou preso. Peçam para que eu anuncie esse mistério com linguagem conveniente. Usem de sabedoria com os que não são cristãos, aproveitando bem as ocasiões. Que a conversa de vocês seja sempre agradável, temperada com sal, sabendo responder a cada um como convém."
"Com bondade e oração, até a porta mais emperrada se abre para Deus", afirma Márcio.
Seja constante na oração, mantenha-se vigilante e dê graças a Deus. É a oração que faz você despertar para a vida; perseverando nela, você fica com o coração agradecido, contente e satisfeito. 
Quem tem um coração ingrato, é triste, principalmente diante de tantos bens que Deus lhe concede. Nem tudo na vida vai ser como você quer, mas, assim mesmo, você tem de ser agradecido ao Senhor, pois em nada lhe faltará a bondade d'Ele.
O único jeito de manter o coração atento à gratidão é pela oração. Ela é tão importante que São Paulo, mesmo tendo se encontrado pessoalmente com Jesus, pede que sejamos perseverantes na oração por nós e por Ele, para que a evangelização aconteça. Mesmo nas coisas de Deus, o que nos mantém perseverantes é a nossa união íntima com Ele pela oração. 
Vale a pena ser de Deus e fazer o bem, mas para realmente valer a pena não descuide da oração e seja sempre agradecido. Se você fizer isso e não desanimar por causa das decepções, nada poderá lhe fazer mal. Rezando e fazendo o bem, nada de ruim atingirá seu coração e você nunca ficará insatisfeito, mesmo que ninguém reconheça o que você fez.
Oração e bondade, bondade e oração. É assim que você torna possível todas as coisas. É dessa forma que você abre portas trancadas e corações endurecidos. Mas você também precisa experimentar, na sua vida, essa bondade e esse amor que vem do Céu. Como? Sendo íntimo do Senhor. Assim, você se aceitará como é e se abrirá para aceitar as outras pessoas.
Nesta manhã, Deus está abrindo os braços para você; e no momento em que você se sentir aceito por Ele, mesmo com todos os seus pecados, no seu coração você também começará a aceitar os outros. O amor que você receber é o amor que você dará aos outros, e a bondade por si só não permitirá que você desanime.
Por isso, São Paulo diz que é na perseverança que tudo começa. Quanto mais você faz o bem, mais você é feliz; consequentemente, mais vontade de fazer o bem você terá. Então, quando perceber, sua vida já terá melhorado muito.
Perceba como uma atitude faz diferença na vida de uma pessoa. Não só a atitude, mas também as palavras, pois o amor que você espalha melhora a sua vida e a dos outros. 
É o amor que nos dá sabedoria para tratar as pessoas. Vejam o que diz a Palavra: “Usem de sabedoria com os que não são cristãos, aproveitando bem as ocasiões. Que a conversa de vocês seja sempre agradável, temperada com sal, sabendo responder a cada um como convém.” O sal é muito bem-vindo em uma comida quando é usado na quantidade certa. Coloque um saco de sal na comida para você ver se não estraga tudo! Assim é com a Palavra de Deus, que precisa ser apresentada com sabedoria, caso contrário, ela estraga uma conversa.
Suas conversas devem ser sempre amáveis e temperadas com o sal da sabedoria. Como? Primeiro, compreenda a pessoa que está conversando com você, coloque-se no lugar dela, tenha paciência e compaixão para entender o que ela está passando.
Outra coisa importante para ter uma conversa agradável é prestar atenção nos pequenos detalhes; as pequenas coisas fazem a diferença. Seja agradável, transparente, educado e confiável. Dê amor, cumpra com suas palavras e peça ao Divino Espírito Santo para ser uma pessoa com quem os outros sempre possam contar.
Por fim, sabendo que ninguém é perfeito, pode ser que, em meio a esse processo de querer ajudar, você "meta os pés pelas mãos" e prejudique alguém. Se isso acontecer, peça desculpas sinceras e experimente uma libertação incrível.
Com a graça de Deus, você vai conseguir fazer tudo isso, porque Deus está ao seu lado. 
Com bondade e oração, até a porta mais emperrada se abre para o Senhor. Nessa fé, oremos a Ele e bendizemos o Seu Nome por essa Palavra que vem como um remédio para o nosso coração.

Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova.

A força e a sensibilidade da mulher


Imagem de Destaque

Era uma tarde de verão parecida com tanta outras. O ar puro e o balanço das árvores, que nos faziam companhia, assim que deixamos a cidade grande, inspirava liberdade. O tempo começava a ficar estranho ou “bonito para chover”, mas era tão longe... “Não precisávamos nos preocupar!” Pensava eu com uma pontinha de desconfiança, lá no fundo da alma feminina, que oscila entre razão e sensibilidade. 
De vez em quando, eu olhava orgulhosa para meu esposo, que, de mãos fixas no volante, parecia desbravar cada quilômetro da estrada com uma conquista. Entre palavras e risos, seguimos nós dois e uma amiga em comum. Até que, de repente, a chuva, que parecia longe, nos alcançou como uma tempestade daquelas que só vemos nos filmes. O nosso estado de ânimo também mudou de repente. Naquele tempo, estávamos preocupados com o que poderia acontecer a qualquer momento, já que a forte chuva, misturada com vento e granizo, nos impedia de ver um metro a nossa frente. Os carros começavam a parar na própria via e todos tinham de se ajudar, tomando decisões rápidas e certeiras. Qualquer vacilo poderia causar um desastre!
Provavelmente, você esteja ansioso para saber o resultado desta aventura, não é verdade? Fique tranquilo, pois, graças a Deus, deu tudo certo! Aliás, foi maravilhoso! Nós conseguimos, juntos, superar os riscos e vencer os desafios. 
A alma feminina, embora terna, vibra com desafios e riscos. Somos assim: um misto de delicadeza e força, razão e sensibilidade. “Então, chegou o dia em que o risco necessário de permanecer apertada em um botão era mais doloroso que o risco necessário para florir...” (Anaïs Nin). 
Quando chega esse dia, a mulher anuncia ao mundo que está viva e arranja, no mais íntimo do seu ser, a coragem para florir! Basta, por exemplo, ver um filho doente, que a mulher desabrocha e se doa sem medidas, enquanto exala amor e esperança em forma de cuidados. E quando a dor da perda a visita, muitas vezes, consegue renascer dos escombros e continuar florindo, embelezando novos jardins. O fato é que a mulher tem força e sensibilidade impressas na alma. 
João Paulo II, em sua Carta às Mulheres, em 1995, diz que, pelo simples fato de sermos mulheres, com a percepção que é própria da feminilidade, enriquecemos a compreensão do mundo e contribuímos para a verdade plena das relações humanas. É de se perguntar: mas como enriquecer a compreensão do mundo pelo simples fato de ser mulher? 
A Bíblia narra, em Gênesis 2, que Deus criou todas as coisas e ofereceu tudo ao homem, mas nada satisfazia o coração dele. Então, o Senhor criou a mulher com tudo que lhe é próprio. Quando o homem a viu, ficou tão extasiado diante dela, que fez a primeira e a mais linda declaração de amor que conhecemos: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; será chamada “Isha”...”, que, no hebraico, significa mulher, ajuda. A partir de então, o homem andava feliz, e tudo tinha um novo sentido. Deus havia lhe dado uma companhia adequada para partilhar suas lutas e vitórias pelo resto da vida. 
O Senhor faz tudo com perfeição, criou a mulher completamente diferente do homem, para que um completasse o outro. Basta observar, em nosso corpo, por exemplo, que cada membro tem sua finalidade específica; e não para por aí. Nossa maneira de ser e agir também são completamente diferentes. Saber respeitar essas diferenças e tirar bom proveito delas é uma arte que precisamos praticar todos os dias se desejarmos uma vida mais feliz. 
Costumo dar risadas do meu marido, quando peço para ele pegar alguma coisa na gaveta da cômoda, por exemplo. Geralmente, por mais que eu lhe explique com detalhes onde está o objeto, ele volta minutos depois afirmando que não o encontrou e que, certamente, eu estou enganada. Porém, se eu mesma me levantar e for ao local, encontro o objeto exatamente onde eu disse que estava. Você já viveu algo assim? Fique tranquila, seu companheiro não tem problemas de vista. 
Segundo os pesquisadores Allan e Bárbara Pease, homens e mulheres evoluíram de formas diferentes. Os homens, durante a pré-história, eram responsáveis pela caça e as mulheres ficavam na caverna, cuidando da prole. Como caçador, o homem precisava ser capaz de identificar e perseguir alvos distantes. Desenvolveu, assim, uma visão focal, tipo “túnel”. Já a mulher precisava de um raio de visão que lhe permitisse perceber algum predador se aproximando, uma visão periférica mais ampla. É por isso que o homem moderno consegue facilmente encontrar um caminho mais fácil para chegar em casa, mas tem muita dificuldade em achar qualquer coisa na geladeira ou no armário. Sua visão é focal, não ampla. 
E nós mulheres, será que temos algum limite na visão? Os pesquisadores nem precisam ter o trabalho de estudar o caso, nós mesmas já descobrimos, na prática, que nossa visão é bem ampla, mas nada focal. Eu, por exemplo, nunca acho que as panelas caibam todas no armário da pia; organizar a mala, então, é um desafio daqueles. Porém, para meu esposo é uma tarefa superfácil. Ele dá uma olha no espaço e vai como que fazendo uma mágica diante dos meus olhos; em poucos minutos, tudo fica pronto e com espaço de sobra! Diferenças que se completam! Minha razão feminina não sabe explicar, mas minha sensibilidade agradece. 
Não consigo imaginar o mundo sem essa parceria entre o homem e a mulher. E isso, ao meu ver, vai muito além da questão de “ser mais ou menos”, “melhor ou pior”, é reconhecer quem realmente somos e procurar viver de acordo com a vocação que recebemos ao sermos criados. Não deixemos que nos roubem o maior tesouro que temos: nossa originalidade! 
As mulheres foram criadas para “completar” e não para dividir. Na Carta às Mulheres, o beato João Paulo II já citava isso. Ele faz um agradecimento à mulher que vale a pena ser recordado: “Obrigado a ti, mulher-esposa, que unes irrevogavelmente o teu destino ao de um homem, numa relação de recíproco dom ao serviço da comunhão e da vida. Obrigado a ti, mulher-mãe, que te fazes ventre do ser humano... que te torna o sorriso de Deus pela criatura que é dada à luz, que te faz guia dos seus primeiros passos, amparo do seu crescimento, ponto de referência por todo o caminho da vida. Obrigado a ti, mulher-filha e mulher-irmã, que levas ao núcleo familiar e, depois, à inteira vida social, às riquezas da tua sensibilidade, da tua intuição, da tua generosidade e da tua constância”. 
Que a razão de sermos mulheres, segundo os desígnios de Deus, impulsione nossa sensibilidade para levar ao mundo um sinal de esperança e vida. Não tenhamos medo de florir! 
Sim! Chega um momento em que é preciso deixar de ser apenas botão, e este momento é agora! Então, desabrocha a rosa e encanta o mundo com sua beleza! Perfuma o jardim em que foi plantada e lembre-se que, sendo quem é, atrairá, a cada amanhecer, os raios do sol que a fará plena e feliz. Viva, hoje, esta aventura e revele ao mundo a autenticidade do seu Criador. É mulher, tem beleza, tem valor!”
Dijanira Silva, missionária da Comunidade Canção 

terça-feira, 22 de abril de 2014

O ecumenismo no pontificado de João Paulo II

JPII e Bartolomeu


“Desde o começo de meu pontificado, fiz do ecumenismo a prioridade de minha preocupação e ação pastoral”, afirmou João Paulo II em 1989 em discurso realizado na Cerimônia de Boas -Vindas, em Oslo, Noruega.
A frase do Papa polonês indica um pontificado rico em atos, textos e iniciativas no campo ecumênico. Um dos principais fatos foi a publicação da Carta Encíclica Ut unun sint.
O documento publicado em 25 de Maio de 1995 caracteriza os esforços de João Paulo II para colocar em prática o desejo do Concílio Vaticano II, em restaurar a unidade entre todos os cristãos, como destaca o Decreto Unitatis Redintegratio, assinado por Paulo VI em 1964.
Na Encíclica, João Paulo II agradece ao Senhor por ter inspirado a Igreja a prosseguir pelo “caminho difícil, mas tão rico de alegria”, da unidade e comunhão entre os cristãos. “Os diálogos interconfessionais a nível teológico deram frutos positivos e palpáveis: e isso encoraja-nos a continuar para diante”, comenta Wojtyla.
De acordo com o presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo da CNBB, Dom Francisco Biasin, na Ut unum sint, João Paulo II aprofundou a reflexão e deu notoriedade ao assunto.
“Nessa Encíclica, ele inclusive deu um passo que o Papa Francisco retoma: o de reintepretar a prática, a vivência do primado de Pedro, do Primado, portanto, da Igreja de Roma”, explica o bispo.
O ecumenismo no pontificado de João Paulo II
Dom Francesco Biasin fala do empenho de João Paulo II no diálogo ecumênico / Foto: Arquivo-CNBB
Ainda segundo Dom Biasin, nesse documento João Paulo II lança um apelo que nenhum Papa tinha lançado. “Ele diz:  me ajudem a encontrar formas pelas quais essa primazia da Igreja  não seja um empecilho à unidade, mas seja um incentivo à unidade”, explica.
João Paulo II apontou em suas diversas colocações sobre o ecumenismo, e mais precisamente na Encíclica, que além das divergências doutrinais a resolver, os cristãos não podem ignorar o peso das  incompreensões que herdaram do passado, dos equívocos e preconceitos de uns relativamente aos outros.
“Não raro, depois, a inércia, a indiferença e um conhecimento recíproco insuficiente agravam tal situação. Por este motivo, o empenho ecumênico deve fundar-se na conversão dos corações e na oração, ambas induzindo depois à necessária purificação da memória histórica”, aponta o Papa.
Foi este, segundo o próprio Papa, o papel de seu pontificado no caminho ecumênico, purificar a memória histórica dos séculos de embates entre cristãos, divisões, e até mesmos os grandes cismas.
Encontros históricos
Além das palavras, os gestos de Wojtyla marcaram profundamente o caminho da Igreja no processo de reconciliação. Por sua iniciativa, encontros históricos aconteceram em suas viagens, mas também no Vaticano. Alguns deles fizeram avançar o caminho de reaproximação.
João Paulo II encontrou-se pela primeira vez com o arcebispo anglicano de Canterbury, Robert Runcie, em 9 de março de 1980. Dois anos mais tarde, eles voltaram a se encontrar e divulgaram uma Declaração, afirmando que o progresso comum depende do “diálogo que se foi estabelecendo há uns 40 anos e graças ao qual católicos e anglicanos procuraram encontrar o caminho da unidade da fé e da comunhão que desejava Cristo para a Sua Igreja”.
Em 3 de dezembro de 1987,  João Paulo II encontrou-se com o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Sua Beatitude Dimitrios. Eles assinaram uma Declaração Conjunta, afirmando o desejo de caminhar no diálogo e compreensão entre o Patriarcado e a Igreja Católica.
Um dos últimos e mais significativos gestos de aproximação com a Igreja Ortodoxa foi a entrega do Ícone da Mãe de Deus de Kazan – que havia pertencido ao Patriarcado ortodoxo – ao Patriarca Aléxis II, em 25 de agosto de 2004. Junto da imagem, o Papa enviou uma mensagem:
“O bispo de Roma orou diante deste Ícone pedindo que chegue o dia em que todos nós estejamos unidos e sejamos capazes de proclamar ao mundo, com uma só voz e em visível comunhão, a salvação de nosso único Senhor e seu triunfo sobre o mal e as forças ímpias que buscam ferir nossa fé e nosso testemunho de unidade”, declarou.
Em cada gesto, e nas atentas palavras sobre o desejo de plena reconciliação entre os cristãos, João Paulo II deixou registrado o seu legado de unidade. “Para a Igreja Católica, portanto, a comunhão dos cristãos não é senão a manifestação neles daquela graça, pela qual Deus os torna participantes da sua própria comunhão, que é a vida eterna. Por isso, as palavras de Cristo – que todos sejam um- são a oração dirigida ao Pai para que se cumpra plenamente o seu desígnio”, declara o Papa polonês na Ut unun sint.
Confira na lista abaixo os principais atos de João Paulo II em favor do Ecumenismo
1980
  • 9 de março: Encontro de João Paulo II e do Arcebispo de Canterbury, Robert Runcie
1982
  • 29 de maio: Declaração conjunta de João Paulo II e do Arcebispo de Canterbury, Dr Robert Runcie , no final da Celebração Ecumênica na Catedral Anglicana de Canterbury .
1987
  • 3 de dezembro: Visita a João Paulo II de Sua Santidade Dimitrios, Patriarca Ecumênico de Constantinopla – Assinatura de uma Declaração Conjunta
1991
  • 5 de outubro: Celebração ecumênica na Basílica Vaticana, por ocasião do VI centenário da canonização de Santa Brígida da Suécia. Pela primeira vez desde a Reforma, dois bispos luteranos rezaram na Basílica de São Pedro com o Papa e os bispos católicos de Estocolmo e de Helsinque.
  • 7 de dezembro: Celebração ecumênica de Oração na Basílica Vaticana, por ocasião da Assembleia Especial para a Europa do Sínodo dos Bispos.
1995
  • 25 de maio: Carta Encíclica Ut unum sint  sobre o empenho ecumênico, publicada em 30 de maio de 1995 (Acesse a encíclica)
  • 27 de junho: Visita de Sua Santidade Bartolomeu I, Patriarca Ecumênico de Constantinopla, ao Santo Padre e à Igreja de Roma – Assinatura de uma Declaração Conjunta (27-30 de junho 1995).
2000
  • 18 de janeiro: Abertura da Porta Santa da Basílica de São Paulo fora dos Muros e Celebração Ecumênica com os representantes de Igrejas e Comunidades eclesiais 
  • 7 de maio: Comemoração Ecumênica das testemunhas da fé do Século XX, no Coliseu.
2001
  • 25 de janeiro: Celebração ecumênica na Basílica de São Paulo fora dos Muros na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.
2002
  • 11 de março: Audiência à Delegação da Igreja Ortodoxa da Grécia, guiada pelo Metropolita de Attikis, Panteleimon .
  • 4 de outubro: Celebração ecumênica das Vésperas na Basilica Vaticana, por ocasião do VII Centenário do nascimento de Santa Brígida da Suécia, Co-Padroeira da Europa. 
2003
  • 2 de outubro: Visita ao Santo Padre do Arcebispo de Canterbury e Primaz da Comunhão Anglicana , Dr. Rowan Douglas Williams (2-5 de outubro de 2003.
2004
  • 29 de junho: Visita ao Santo Padre do Patriarca Ecumênico de Constantinopla Bartolomeu I. Assinatura de uma Declaração Conjunta (28 de junho – 2 de julho de 2004. 
  • 25 de agosto: Entrega em Moscou, por parte da Delegação da Santa Sé, do Ícone da Mãe de Deus de Kazan’ ao Patriarca Aléxis II, como presente do Santo Padre à Santa Igreja Ortodoxa russa e a todo o povo russo.  
  • 27 de novembro: Entrega das Relíquias dos Santos Gregório Nazianzeno e João Crisóstomo, Bispos e Doutores da Igreja, ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I. 
Fonte: cancão Nova

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Quando dois se transformam em três


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O amor que levou um homem e uma mulher a um compromisso “para sempre” rompe o que era um sistema de vida no qual dominava o “tu” e o “eu”, para iniciar a vida de “nós”, cujo “tu” e o “eu” vivem de um modo diferente, mais íntimo, mais cordial, mais profundo.
Conforme passa o tempo, todos esperam um novo passo na vida do matrimônio jovem: o nascimento do primeiro filho. É um momento em que a esposa, vibra de emoção, e contagia o esposo, que também participa, do que vai acontecer no seio de sua esposa. O “tu” e o “eu”, já convertido em um “nós”, se abre e se enriquece diante da chegada do primeiro filho, que introduz muitas novidades para o casal até o momento mais ou menos harmônico.
Desde cedo, logo nos primeiros nove meses, serão um mistério compartilhado especialmente entre a mãe e o bebê. O pai, porém, não é um satélite externo a todo o que está ocorrendo. Sabe que este bebê é “nosso” filho. Sofre e sente as angústias da esposa. Alegra-se com os resultados positivos de um diagnóstico pré-natal, e se preocupa quando os médicos não se mostram otimistas. Compartilha, à medida de seu amor, a aventurar de uma nova vida que já iniciou e que logo poderá não só tocar através da pele da esposa, mas ver e apalpar diretamente, em um abraço de gozo e de alegria que é difícil de descrever.
Toda caminhada matrimonial implica esta abertura às vidas que vem do amor. Cada nova concepção repete a alegria da vida, dessa vida que nossos pais nos deram, dessa vida que tantos nos acolheram, dessa vida que também nós podemos dar graças ao amor que não se impõe limites.
Agora, o casal terá que reservar ao novo membro um espaço físico, psicológico e emocional entre eles, além de conservar e fazer crescer sua relação de esposos.
A melhor maneira para enfrentar essa nova forma de vida, é estar preparados e esperar o inesperado. E ir aprendendo como cuidar do bebê, fazer cursos juntos e ler sobre tudo que virá, pode poupar muitos gritos e mal-entendidos provocados pelo estresse que acarreta a adaptação a essa mudança.
Para manter uma boa relação como casal, temos aqui algumas sugestões que podem ajudar:

NÃO DEIXEM DE DIALOGAR

É fácil deixar de fazê-lo depois de ter um dia cheio de atividades, trabalho e cuidados com o bebê, no entanto, dediquem, mesmo que seja alguns minutos, para dialogar e conhecer suas expectativas, medos, etc.

NÃO SE DESESPEREM
Aceitem que sua vida mudou radicalmente e não podem levar a mesma rotina de antes, inclusive como dona de casa, não tenha como prioridade ter a casa e a cozinha impecáveis, pois ao ver que não tem tempo para ele, só te trará desgostos.

DEEM TEMPO AO TEMPO
Eventualmente vocês e seu bebê estabelecerão uma rotina, o que facilitar ter mais tempo para desfrutar como casal.
PLANEJEM SAIR JUNTOS
Talvez demore um pouco de tempo voltarem a sair sozinhos, mas podem começar a planejar e buscar quem possa cuidar um pouco do bebê.
O que podem fazer antes de voltar a sair, é ter seus próprios momentos em casa, algum jantar romântico ou simplesmente assistir a um filme ou desfrutar com seu aperitivo favorito.

NÃO DEIXEM DE DIZER O MUITO QUE SE AMAM
Seja com palavras, com carícias, cartinhas ou detalhes que façam o outro ver o muito que o ama.
Lembrem que a relação mais importante na família é a dos cônjuges, é a base para desenvolver as demais relações entre a família.
Não se esqueçam que dentro de alguns anos, voltaram a estar sozinhos outra vez, quando seus filhos se casarem ou tiverem outros interesses. Não esperem até lá para desfrutar sua relação como casal.

NUTRAM SEU MATRIMÔNIO DESDE HOJE, QUANDO TÊM FILHOS
Através dos anos verão os frutos, filhos estáveis e independentes e sobretudo um matrimônio amoroso e feliz.

NUNCA DEIXEM DE REZAR
Lembrem-se que Deus da a graça necessária para manter a união de vocês e fortalecer seu amor. Quando rezam juntos, Deus, os ajudará nos momentos difíceis e os acompanhará nas alegrias.
Todos queremos que o novo milênio seja um pouco melhor, um pouco mais feliz. O será à medida que soubermos amar, abrir o coração ao outra, a outra, aos outros que vierem. Assim nascemos, milhares de milhões de seres humanos. Assim esperam poder viver, com a dignidade do amor, aqueles homens e mulheres que serão nossos filhos e os filhos de nossos filhos, e que dependem plenamente do nossa disponibilidade no amor. Dá-lo não custa nada, e pode conceder-nos muito mais do que possamos esperar. Basta fazer a experiência.